Raymond Williams, no livro Cultura e materialismo, afirma que hegemonia diz respeito a um vívido sistema de significados e valores que, na medida em que são experimentados como práticas, parecem confirmar-se reciprocamente. Esse conceito, aliado ao entendimento de gênero como um construto performativo, nos permite entender que o processo hegemônico de gênero é aquele que constrói e categoriza os corpos a partir do padrão heterossexual e cisgênero vigente. Dessa forma, aquelas/es que não se enquadram nesse regime são construídos como subalternos, sofrendo com invisibilizações e violências.
Confira o conceito em CONTXT(O): Gender anomie, Pabblo Vittar e Liniker: Minorias de gênero e corpos brasileiros
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