Expressão utilizada por Judith Butler para se referir à produção das identidades de gênero como ações, gestos e posições estilizadas pelo corpo que, em sua repetição, produzem efeitos de substância. Segundo tal entendimento, corpos e gêneros não são propriedades essenciais de sujeitos. São produções sociodiscursivas (re)constituídas em histórias de socialização.
Confira o conceito em CONTXT(O) em “Bicha, meu amor, bicha não é bagunça!”: performance e discursos orais drag queen na era Bolsonaro.
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